Diástase abdominal · Porto Alegre
Correção da Diástase em Porto Alegre
Diagnóstico, fisioterapia, hérnia associada e opções cirúrgicas — incluindo cirurgia robótica em casos selecionados.
Revisado em 19 de outubro de 2026 · Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde · CRM-RS 36920
Entenda a diástase
O que é diástase abdominal e como ela pode ser corrigida?
Diástase abdominal é o alargamento da linha alba com afastamento dos músculos retos do abdômen. A European Hernia Society considera diástase uma separação superior a 2 cm. A correção não é definida apenas pela medida: sintomas, estabilidade da parede abdominal, presença de hérnia, excesso de pele, histórico clínico e objetivos do paciente ajudam a definir entre acompanhamento, fisioterapia e tratamento cirúrgico.
Diástase é hérnia?
Não. Diástase é alargamento da linha alba; hérnia envolve um defeito da parede. As duas condições podem coexistir.
Fonte clínica ↓Fisioterapia pode ajudar?
Pode ser considerada antes da cirurgia. Evidência recente mostra redução da distância inter-retos, mas não há um protocolo universal.
Evidência 2025–2026 ↓Robótica é sempre indicada?
Não. É uma ferramenta possível em casos selecionados. A anatomia e o problema que precisa ser tratado vêm antes da tecnologia.
Aprofundar cirurgia robótica →Diagnóstico
Como saber se existe diástase abdominal?
A medida em centímetros é parte da avaliação, não a decisão inteira. Exame clínico, função da parede e hérnias associadas também importam.
Exame clínico
A European Hernia Society sugere exame clínico para o diagnóstico na maioria dos pacientes.
Ultrassom ou paquímetro
Quando é necessária medida mais precisa da distância inter-retos, ultrassom ou paquímetro podem ser utilizados.
Tomografia
A tomografia não é obrigatória para todo caso, mas pode acrescentar informação quando há suspeita de hérnia ou necessidade de planejamento cirúrgico.
Função e sintomas
Instabilidade do core e percepção corporal aparecem entre os desfechos clínicos relevantes; a correlação entre distância e sintomas não é simples.
Avaliação individual
O diagnóstico não depende apenas de quantos centímetros existem entre os músculos
A distância entre os retos é um dado importante, mas não explica sozinha o funcionamento da parede abdominal nem determina automaticamente se existe indicação de cirurgia.
O que é avaliado além da medida da diástase?
O exame físico considera a extensão e a localização do afastamento, o comportamento da parede abdominal durante esforço, a presença de hérnias e alterações que possam mudar o planejamento do tratamento.
Também podem ser considerados excesso ou flacidez de pele, histórico de gestações, variações importantes de peso, cirurgias anteriores, sintomas, impacto funcional e objetivos do paciente.
Exames de imagem podem ser solicitados quando acrescentam informação ao diagnóstico ou ao planejamento, especialmente quando existe suspeita de hérnia associada ou quando é necessário compreender melhor a anatomia da parede abdominal.
Conheça a formação e a trajetória do Dr. Luiz Henrique Bastos CapaverdeNa consulta, podem ser avaliados
- Histórico de gestações e variações de peso
- Sintomas e impacto nas atividades do dia a dia
- Distância entre os retos e função da parede abdominal
- Localização e extensão da diástase
- Excesso ou flacidez de pele quando relevantes ao planejamento
- Presença de hérnias da parede abdominal
- Cirurgias abdominais anteriores
- Planos de nova gestação, quando aplicável
- Objetivos, expectativas e limites de cada opção de tratamento
Possibilidades de tratamento
Qual tratamento pode fazer sentido para cada cenário?
A pergunta central não é “qual técnica é mais moderna?”, mas “quais componentes realmente precisam ser tratados?”.
| Cenário | O que avaliar | O que pode entrar na discussão | Limite importante |
|---|---|---|---|
| Diástase isolada | Largura, extensão, sintomas, estabilidade e impacto funcional. | Acompanhamento, fisioterapia ou plicatura cirúrgica quando indicada. | Uma medida isolada não determina cirurgia. |
| Diástase + hérnia | Tipo, tamanho e localização da hérnia, além da linha média. | Planejamento conjunto da reconstrução; tela pode ser considerada conforme o defeito. | As duas condições precisam ser analisadas em conjunto. |
| Diástase + excesso de pele | Parede abdominal e envelope cutâneo devem ser analisados separadamente. | Correção da parede ou abdominoplastia com plicatura dos músculos retos, avaliada com a cirurgia plástica do Instituto Green, conforme indicação. | A cirurgia robótica não remove excesso cutâneo importante. |
| Pós-gestação | Tempo pós-parto, função, anatomia, hérnia associada e planejamento reprodutivo. | Reabilitação e, em casos selecionados, correção cirúrgica. | Não existe protocolo único para todas as pacientes. |
| Diástase em homens | Distribuição do afastamento, hérnias, histórico de peso e anatomia da parede. | Manejo conservador ou cirurgia conforme diagnóstico e objetivos funcionais. | A avaliação não deve presumir causa gestacional ou estética. |
Cirurgia de diástase abdominal em Porto Alegre
Técnicas minimamente invasivas: MILA, MIRELA e Bikini Line
A correção da diástase abdominal pode ser realizada por diferentes abordagens minimamente invasivas. MILA e MIRELA utilizam conceitos semelhantes de acesso anterior para plicatura da parede, sendo a MIRELA realizada com auxílio robótico. A Bikini Line segue outra lógica: utiliza acesso posterior e é a abordagem robótica de preferência do Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde em casos selecionados.
MILA e MIRELA são tecnicamente próximas; a principal diferença é o uso da plataforma robótica na MIRELA. A literatura disponível ainda não demonstra benefício comparativo definitivo de uma sobre a outra. A Bikini Line utiliza um plano posterior diferente e, na prática do Dr. Capaverde, é preferida nos casos robóticos em que a anatomia permite essa abordagem.
Lipoabdominoplastia minimamente invasiva
A MILA (Minimally Invasive Lipoabdominoplasty) corrige a diástase por abordagem endoscópica no plano anterior da parede abdominal. Em pacientes selecionados, pode ser associada à lipoaspiração e ao tratamento do contorno corporal. Seu conceito é semelhante ao da MIRELA, porém sem utilização da plataforma robótica.
A técnica busca reconstruir a linha média por pequenas incisões, sem reproduzir necessariamente a grande incisão e o descolamento de uma abdominoplastia convencional. A indicação depende da quantidade de pele excedente e das características da parede abdominal.
Ver publicação sobre MILA ↗Lipoabdominoplastia robótica minimamente invasiva
A MIRELA (Minimally Invasive Robotic Endoscopic Lipoabdominoplasty) aplica um conceito próximo ao da MILA, acrescentando a plataforma robótica à correção da diástase e ao tratamento do contorno abdominal. A plicatura é realizada em plano extraperitoneal e pode ser associada à lipoaspiração em pacientes selecionados.
Os estudos publicados até 2026 descrevem principalmente pacientes com diástase leve a moderada e sem excesso de pele que exigisse retirada cutânea importante. A evidência clínica ainda é recente e necessita acompanhamento de longo prazo.
Ver estudo sobre MIRELA ↗Correção robótica da diástase pela linha do biquíni
A Bikini Line é uma abordagem robótica realizada por três pequenos portais na região inferior do abdome, próximos à linha do biquíni. Diferentemente das abordagens anteriores, trabalha pela face posterior da parede abdominal, permitindo corrigir a diástase e, quando necessário, tratar hérnias associadas no mesmo plano.
O acesso posterior cria espaço para plicatura da linha média e, quando há indicação, colocação de tela com cobertura fascial. A menor dissecção do tecido subcutâneo é uma das razões técnicas associadas a menor formação de coleções e seromas. Não substitui procedimentos destinados a remover excesso cutâneo importante.
Ver publicação sobre Bikini Line ↗Por que a Bikini Line é a técnica robótica preferida pelo Dr. Capaverde?
Na experiência clínica do Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde, o acesso posterior da Bikini Line oferece vantagens práticas importantes em pacientes adequadamente selecionados.
Permite realizar a reconstrução sem criar um amplo descolamento no tecido subcutâneo anterior.
Se houver hérnia associada ou necessidade de reforço, o plano posterior permite acomodar a tela e realizar sua cobertura fascial.
A técnica evita o amplo espaço subcutâneo das abordagens anteriores, mecanismo associado a menor risco de coleções e seromas.
Na prática do Dr. Capaverde, a menor agressão aos planos anteriores contribui para uma recuperação pós-operatória mais confortável em casos selecionados.
Sobre drenos: no protocolo utilizado pelo Dr. Capaverde, a Bikini Line pode ser realizada sem dreno em casos selecionados. Essa é uma característica da técnica e da conduta adotada pelo cirurgião, e não uma regra aplicável a toda cirurgia de diástase. A literatura publicada ainda é predominantemente técnica e não permite afirmar superioridade universal sobre todas as outras abordagens.
Tratamento conservador
Exercícios e fisioterapia podem corrigir a diástase?
Exercícios abdominais estruturados podem reduzir a distância inter-retos em parte das pacientes no pós-parto. Revisões recentes apontam benefício anatômico possível, mas os protocolos variam e a evidência não permite afirmar que exista um único exercício ou programa superior para todos os casos. Fisioterapia pode ser considerada antes da cirurgia.
O que a evidência ainda não permite afirmar
Diferentes programas foram estudados e não há uma única prescrição aceita para todos.
Função, sintomas, estabilidade e percepção corporal precisam ser considerados junto à distância.
Quando existe defeito herniário associado, essa condição precisa de avaliação própria.
Cirurgia
Quando uma correção cirúrgica pode ser considerada?
A cirurgia não é indicada apenas porque existe uma separação acima de determinado número. Quando o tratamento cirúrgico é discutido, a decisão considera anatomia, sintomas, função, hérnia associada, pele, histórico de cirurgias, expectativas e alternativas disponíveis.
Sem hérnia associada
As diretrizes europeias sugerem plicatura da linha alba quando a cirurgia é realizada em pacientes sem hérnia concomitante; não definem uma única sutura ou técnica universal.
Com hérnia de linha média
Quando diástase e hérnia umbilical ou epigástrica coexistem, a estratégia muda. A EHS sugere reparo baseado em tela, com exceções possíveis para defeitos muito pequenos.
Quando a robótica entra
A cirurgia robótica pode permitir reconstrução minimamente invasiva da parede em casos selecionados. Ela não é sinônimo de indicação.
Cirurgia robótica para diástase em Porto Alegre →Quando a pele muda a estratégia
Excesso cutâneo relevante é outro componente anatômico. Uma correção da parede por acesso minimamente invasivo não remove grandes excessos de pele.
Da avaliação à cirurgia
Como funciona o tratamento da diástase no Instituto Green?
O tratamento começa pela compreensão do caso e não pela escolha de uma técnica. O objetivo é identificar o que precisa ser tratado — diástase, hérnia, pele, gordura, função da parede abdominal ou uma combinação desses fatores — e só depois definir a estratégia.
Uma equipe para avaliar as diferentes necessidades do abdome
No Instituto Green, o cuidado multidisciplinar aproxima a avaliação da parede abdominal e a cirurgia plástica. O Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde, sócio fundador do Instituto, atua na diástase e nas hérnias, incluindo abordagens minimamente invasivas e robóticas conforme a indicação. Quando há excesso de pele ou questões de contorno corporal, a avaliação pode envolver a cirurgia plástica com a Dra. Aline Wurzius (CRM-RS 46711, RQE 44613), cirurgiã plástica do Instituto Green, para construir um planejamento conjunto e individualizado. Nesses casos, a abdominoplastia com plicatura dos músculos retos pode ser discutida como alternativa à correção minimamente invasiva. Entenda as diferenças no guia Diástase: correção com ou sem abdominoplastia?
A participação de cada especialidade depende do diagnóstico e dos objetivos do paciente. O acompanhamento envolve avaliação, preparo e recuperação; o procedimento cirúrgico ocorre em ambiente hospitalar.
Avaliação clínica e da parede abdominal
A consulta analisa a localização e a extensão da diástase, presença de hérnias, comportamento da parede durante esforço, qualidade da pele, distribuição de gordura, sintomas, cirurgias prévias e objetivos do paciente.
- Exame físico da parede abdominal
- Histórico de gestações, peso e cirurgias anteriores
- Avaliação de hérnias associadas e excesso de pele
- Discussão sobre sintomas, expectativas e prioridades
Definição da estratégia de tratamento
Depois da avaliação, é possível discutir se o caso pode ser acompanhado ou tratado de forma conservadora, se existe indicação de cirurgia e qual abordagem se adapta melhor à anatomia.
- Tratamento conservador e fisioterapia quando apropriados
- MILA ou MIRELA em situações selecionadas
- Bikini Line como opção robótica preferida pelo Dr. Capaverde em casos adequados
- Tratamento conjunto de hérnias quando necessário
- Discussão com cirurgia plástica quando pele e contorno corporal também precisam ser tratados
Exames e preparo pré-operatório
Quando a cirurgia é indicada, os exames e orientações pré-operatórias são definidos de acordo com o procedimento e com as condições de saúde do paciente. Avaliação anestésica e participação de outros profissionais podem ser solicitadas quando acrescentam segurança ou ajudam no planejamento.
- Exames laboratoriais e de imagem quando indicados
- Avaliação de risco e preparo anestésico
- Revisão de medicamentos e condições clínicas
- Orientações sobre alimentação, atividade física, tabagismo e rotina pré-operatória conforme o caso
Cirurgia em ambiente hospitalar
O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, com técnica definida previamente. Em abordagens minimamente invasivas, pequenas incisões permitem acessar a parede abdominal para realizar a plicatura e, quando necessário, tratar hérnias ou utilizar tela.
- A técnica é confirmada conforme o planejamento cirúrgico
- Hérnias associadas podem ser tratadas no mesmo procedimento quando indicado
- O uso de tela depende da anatomia e do tipo de defeito
- O plano de cicatrizes varia entre MILA, MIRELA, Bikini Line e outras abordagens
Acompanhamento e recuperação
A recuperação é acompanhada de forma progressiva. Mobilidade, retorno ao trabalho, exercícios e esforços dependem da técnica realizada, extensão da reconstrução, presença de hérnia e evolução individual.
- Controle de sintomas e acompanhamento das incisões
- Retorno gradual às atividades cotidianas
- Progressão de exercícios conforme liberação médica
- Reavaliações para acompanhar a parede abdominal e a recuperação
E as cicatrizes?
O tamanho e a posição das cicatrizes dependem da técnica escolhida. Em abordagens minimamente invasivas, o objetivo é trabalhar por pequenas incisões, mas a anatomia e a necessidade de tratar pele ou hérnias podem mudar o planejamento.
Utiliza pequenas incisões para acesso endoscópico anterior da parede abdominal.
Também utiliza pequenos acessos, associados à plataforma robótica e ao planejamento do contorno corporal.
Utiliza três pequenos portais baixos, próximos à linha do biquíni, buscando manter as cicatrizes em região discreta.
Depois da decisão
Como funciona a recuperação após a correção da diástase?
A recuperação depende da técnica utilizada, da presença de hérnia, do uso ou não de tela, da extensão da reconstrução e das condições individuais do paciente. Não existe um único protocolo pós-operatório válido para todas as correções de diástase.
A recuperação após a correção da diástase é progressiva e individualizada. A European Hernia Society informa que não existe um programa universal de reabilitação pós-operatória para diástase. A diretriz admite o uso de cinta abdominal no pós-operatório por possível benefício na mobilização, na dor e no suporte percebido, mas sem demonstrar redução de seroma ou melhora da função pulmonar.
Primeiros dias
O foco costuma ser controle de sintomas, proteção da reconstrução e retomada progressiva da mobilidade conforme orientação da equipe. A intensidade varia entre cirurgia aberta, laparoscópica e robótica.
Primeiras semanas
Atividades são retomadas de forma gradual. Esforço abdominal, cargas, exercício e retorno ao trabalho não devem seguir um prazo genérico: dependem da técnica, extensão do reparo, presença de hérnia e evolução clínica.
Retorno ao exercício
O retorno deve ser progressivo e orientado. A diretriz europeia não recomenda um protocolo único de reabilitação pós-operatória para todos os pacientes com diástase.
| Etapa | Objetivo principal | O que pode variar | O que não deve ser generalizado |
|---|---|---|---|
| Pós-operatório imediato | Controle de sintomas, mobilização orientada e proteção do reparo. | Dor, edema, necessidade de analgesia e tempo de observação. | Alta, caminhada e rotina não têm o mesmo ritmo para todos. |
| Recuperação inicial | Retomar movimentos e atividades cotidianas de forma progressiva. | Tipo de acesso, tamanho da correção, hérnia associada e uso de tela. | Não existe um número universal de dias para “voltar ao normal”. |
| Reabilitação | Recuperar função da parede abdominal com progressão segura de carga. | Necessidade de fisioterapia, exercícios e ritmo de progressão. | Não há um protocolo pós-operatório único recomendado mundialmente. |
| Retorno a exercícios e esforço | Reintroduzir atividade física sem sobrecarregar precocemente a reconstrução. | Modalidade esportiva, intensidade, técnica cirúrgica e evolução clínica. | Prazos devem ser definidos pela equipe responsável pelo caso. |
O que a evidência permite dizer sobre cinta e reabilitação?
A EHS relata possível redução de dor, melhora da mobilização e suporte psicológico percebido no pós-operatório.
A mesma diretriz não encontrou benefício demonstrado sobre formação de seroma ou função pulmonar.
O plano pós-operatório precisa ser adaptado ao reparo realizado e à evolução clínica individual.
Quando entrar em contato com a equipe?
Febre, falta de ar, piora importante ou inesperada da dor, sangramento, secreção na ferida, vermelhidão progressiva ou inchaço assimétrico de perna exigem orientação médica. Sintomas intensos ou respiratórios podem necessitar avaliação de urgência.
Por que não colocamos “X dias para recuperar”?
Porque “correção da diástase” reúne operações diferentes. Plicatura isolada, reparo associado de hérnia, uso de tela e abordagens aberta ou minimamente invasiva não têm necessariamente a mesma recuperação. Um prazo único seria mais comercial do que clínico.
O que dizem os estudos
Quais evidências ajudam a orientar o diagnóstico e o tratamento da diástase?
As informações abaixo são baseadas em diretrizes médicas e revisões científicas sobre definição da diástase, formas de diagnóstico, fisioterapia, cirurgia, hérnias associadas e recuperação.
Responsável médico
Quem avalia correção da diástase em Porto Alegre?

Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde
Sócio e fundador do Instituto Green, em Porto Alegre, o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde atua no cuidado da diástase e das hérnias abdominais com uma equipe multidisciplinar e planejamento individualizado.
Sua atuação inclui abordagens minimamente invasivas, como videolaparoscopia e cirurgia robótica quando indicadas. No Instituto, a integração com a cirurgia plástica estética e reparadora permite discutir também excesso de pele e contorno corporal, quando essas necessidades fazem parte do caso. A equipe acompanha as etapas de avaliação, preparo e recuperação, e a cirurgia é realizada em ambiente hospitalar.
Cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico em Porto Alegre, com formação em Cirurgia Geral, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Bariátrica, além de certificação em cirurgia robótica. A avaliação da diástase considera a parede abdominal como um conjunto: afastamento dos retos, hérnias associadas, anatomia, sintomas e alternativas técnicas.
CRM-RS 36920 · RQE 30614 · RQE 38671 · RQE 40717
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Perguntas frequentes
Dúvidas sobre diástase abdominal e tratamento em Porto Alegre
Respostas para dúvidas comuns sobre diagnóstico, exercícios, cirurgia, gravidez, recuperação, custos e avaliação presencial em Porto Alegre.
Diástase abdominal tem cura?
A diástase pode ser reduzida ou corrigida, mas o tratamento depende do quadro. Exercícios podem ajudar em alguns casos; outros podem exigir correção cirúrgica após avaliação.
Toda diástase precisa de cirurgia?
Não. Muitas pessoas podem ser acompanhadas ou tratadas de forma conservadora. Cirurgia é considerada quando sintomas, função, anatomia, hérnia associada ou objetivos do paciente justificam o procedimento.
Existe uma medida que determina a cirurgia?
Não. A European Hernia Society define diástase como separação superior a 2 cm, mas essa medida, sozinha, não determina necessidade de cirurgia nem qual técnica deve ser usada.
Exercícios fecham a diástase?
Exercícios podem reduzir a distância entre os músculos e melhorar controle da parede abdominal em algumas pessoas, especialmente no pós-parto, mas não existe um protocolo único nem garantia de fechamento completo.
Qual a diferença entre diástase e hérnia?
Diástase é o alargamento da linha alba com afastamento dos músculos retos. Hérnia é um defeito da parede abdominal por onde tecidos podem protruir. As duas condições podem coexistir.
Cirurgia robótica e abdominoplastia são a mesma coisa?
Não. A cirurgia robótica trata a parede abdominal por acesso minimamente invasivo em casos selecionados. A abdominoplastia também pode tratar pele e contorno abdominal. A indicação depende do que precisa ser corrigido.
É possível corrigir diástase e fazer lipoaspiração?
Em alguns pacientes, procedimentos podem ser associados, mas isso exige planejamento individual. A correção da parede abdominal e a lipoaspiração têm objetivos diferentes e nem sempre devem ser realizadas juntas.
Posso engravidar depois da correção da diástase?
Uma nova gestação pode ocorrer após correção da diástase, mas pode voltar a distender a parede abdominal. Planos de gravidez devem ser discutidos antes da cirurgia para orientar o melhor momento do tratamento.
Quanto tempo demora a recuperação?
A recuperação varia conforme a técnica, extensão da correção, presença de hérnia e uso de tela. Não existe um prazo único para todos; retorno a trabalho, exercício e esforço deve ser liberado individualmente.
Quanto custa a correção da diástase em Porto Alegre?
Não existe um valor único. O custo depende da técnica, hospital, equipe, anestesia, presença de hérnia, materiais e eventual cobertura por convênio. O orçamento é definido após avaliação do caso.
Onde posso avaliar diástase abdominal em Porto Alegre?
A avaliação com o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde pode ser realizada no Instituto Green, na Av. Dr. Nilo Peçanha, 2800 — Sala 1201, Porto Alegre · RS · CEP 91330-001.
O que devo levar para a consulta de diástase em Porto Alegre?
Se disponíveis, leve exames anteriores, laudos, lista de cirurgias abdominais, informações sobre gestações, hérnias e medicamentos. Isso ajuda a reconstruir o histórico e planejar a avaliação da parede abdominal.
Quem avalia diástase e hérnia abdominal em Porto Alegre?
O Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde é cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico, com atuação em parede abdominal e cirurgia robótica em Porto Alegre, CRM-RS 36920.
A avaliação de diástase em Porto Alegre exige exame de imagem?
Nem sempre. O exame clínico costuma ser suficiente para identificar diástase. Ultrassom ou tomografia podem ser solicitados quando ajudam a medir a parede, investigar hérnias ou planejar a cirurgia.
O que são MILA, MIRELA e Bikini Line para diástase?
MILA é uma correção endoscópica da diástase pelo plano anterior da parede abdominal; MIRELA combina plicatura robótica extraperitoneal e princípios de lipoabdominoplastia; Bikini Line é uma abordagem robótica posterior com acessos baixos. A indicação depende da anatomia, das hérnias, da pele e do contorno corporal.
Qual técnica minimamente invasiva é melhor para corrigir diástase?
Não existe uma técnica melhor para todos. MILA, MIRELA, Bikini Line, outras técnicas robóticas e cirurgias abertas têm indicações diferentes. A escolha depende do que precisa ser corrigido e das características da parede abdominal.
Qual técnica robótica o Dr. Capaverde utiliza com preferência para diástase?
Em casos robóticos selecionados, o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde utiliza preferencialmente a abordagem Bikini Line. A escolha se relaciona ao acesso posterior, possibilidade de tratar hérnias e usar tela quando necessário, menor dissecção subcutânea e características do pós-operatório.
Como funciona o tratamento da diástase no Instituto Green?
O processo começa com avaliação da parede abdominal e definição do que precisa ser tratado. Quando há indicação de cirurgia, seguem-se exames e preparo pré-operatório, realização do procedimento em ambiente hospitalar e acompanhamento da recuperação.
Onde ficam as cicatrizes da cirurgia de diástase?
Depende da técnica. MILA e MIRELA utilizam pequenos acessos minimamente invasivos; a Bikini Line utiliza três portais baixos próximos à linha do biquíni. Quando é necessário retirar excesso de pele, o padrão de cicatriz pode ser diferente.
Referências
Fontes científicas utilizadas
Hernández-Granados P. et al. British Journal of Surgery. 2021;108(10):1189–1191. DOI: 10.1093/bjs/znab128.
Abrir diretriz ↗Beamish NF. et al. British Journal of Sports Medicine. 2025;59(8):562–575. PMID: 39694630. DOI: 10.1136/bjsports-2024-108619.
Abrir no PubMed ↗Zhu J, Dong B, Liu S. International Journal of Gynecology & Obstetrics. 2026;172(2):697–709. PMID: 40709641. DOI: 10.1002/ijgo.70413.
Abrir no PubMed ↗Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2026. DOI: 10.1590/0100-6991e-2026000325.
Abrir publicação ↗Aesthetic Surgery Journal Open Forum, 2026. Estudo clínico da técnica MIRELA.
Abrir publicação ↗Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. DOI: 10.1590/0100-6991e-20243846-en. PMID: 41538563.
Abrir publicação ↗Conteúdo informativo e educacional. Diretrizes e revisões científicas ajudam a organizar a evidência, mas não substituem exame físico, diagnóstico nem indicação individualizada. A técnica cirúrgica, quando necessária, é definida após avaliação médica.
Avaliação da parede abdominal em Porto Alegre
Descubra o que realmente precisa ser tratado antes de decidir pela cirurgia.
Na consulta, o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde avalia se o quadro envolve diástase isolada, hérnia associada, alterações de pele ou uma combinação desses fatores. A partir dessa análise, é possível discutir com mais clareza se o caminho é acompanhamento, fisioterapia, correção cirúrgica ou abordagem robótica em casos selecionados.
Av. Dr. Nilo Peçanha, 2800 — Sala 1201 · Porto Alegre · RS · CEP 91330-001
Contato: 51 99965-1800